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	<title>Blog do MSilva</title>
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	<description>Marketing, Tecnologia, Internet, Música e Etcetera</description>
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		<title>Adeus Geocities: Yahoo! anuncia o fechamento do Geocities</title>
		<link>http://www.msilva.com.br/2009/10/08/adeus-geocities-yahoo-anuncia-o-fechamento-do-geocities/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 17:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lembro como se fosse ontem. Estava em uma churrascaria, com a família, em um domingo. Enquanto o almoço não era servido eu folheava uma revista &#8211; se não me engano, INFORMÁTICA EXAME, que hoje se chama INFO. Nessa revista havia uma matéria falando sobre como ter um site na internet, de graça. Ali nasceu meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro como se fosse ontem. Estava em uma churrascaria, com a família, em um domingo. Enquanto o almoço não era servido eu folheava uma revista &#8211; se não me engano, INFORMÁTICA EXAME, que hoje se chama INFO. Nessa revista havia uma matéria falando sobre como ter um site na internet, de graça. Ali nasceu meu interesse pelo que hoje é minha paixão e meu sustento, a mais de 10 anos atrás. Em 2 dias eu tinha meu primeiro website, publicado no GEOCITIES.</p>
<p>Essa foi a primeira lembrança que me veio a cabeça quando li a matéria no blog <a href="http://readwriteweb.com.br/2009/10/08/r-i-p-geocities-o-erro-de-usd-365-bilhoes-do-yahoo/" target="_blank">redwriteweb</a>. GEOCITIES, Lycos, XOOM (serviço de hospedagem gratuita que já fechou a um bom tempo também) para mim e para muitos é nostalgia pura. Mas falando um pouco de mercado: COMO a Yahoo deixou um negócio de 3,65 Bilhões de dólares ir pro saco?</p>
<p>Lendo o post de Diego Gomes em seu blog, fica claro que o que houve foi um grande erro de estratégia. Em 2001, no &#8220;estouro&#8221; da famosa Bolha, muitos empreendimentos pontocom faliram e os que sobreviveram tiveram de ser repaginados, reposicionados no mercado e principalmente, reformulados internamente. O GEOCITIES, ao invés de cortar custos e garantir o serviço oferecido aos usuários, limitou/cortou recursos oferecidos aos seus usuários &#8211; o que causou a migração para os concorrentes e até protestos. Será que, se o Geocities tivesse ouvido os usuarios do serviço antes de tomar uma decisão drástica como essa isso teria acontecido? Talvez essa ação fosse totalmente coerente com o as necessidades do microambiente &#8211; A empresa, ambiente interno &#8211; mas também uma afronta ao ambiente externo (mercado, stakeholders, etc.)!</p>
<p>O GEOCITIES deixa, para mim, além da nostalgia, uma lição (eu diria lembrete): <strong>as ações de sua empresa têm que estar em sintonia com sua missão, visão e objetivos, logicamente.</strong> Mas sua empresa está inserida em um macroambiente onde, se ela não se adaptar/evoluir, ficará para trás. O Macroambiente está sempre em constante mudança, e grande parte dessas mudanças a sua empresa não tem controle. Portanto, essas ações também <strong>têm que estar em sintonia com o macroambiente.</strong></p>
<p>Recomendo a leitura do post no readwriteweb (<a href="http://readwriteweb.com.br/2009/10/08/r-i-p-geocities-o-erro-de-usd-365-bilhoes-do-yahoo/">aqui</a>). Abraço a todos!</p>
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		<title>Convertendo date em Timestamp com PHP</title>
		<link>http://www.msilva.com.br/2009/10/06/convertendo-date-em-timestamp-com-php/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 19:03:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento Web]]></category>
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		<description><![CDATA[Com essa pequena função você converte datas no formato dd/mm/yyyy para o formato timestamp usando PHP.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um post rápido, uma função bem simples, mas bastante útil. Com essa pequena função você converte datas no formato dd/mm/yyyy para o formato timestamp usando PHP.<span id="more-13"></span> Eu, particularmente, prefiro manipular as datas no formato timestamp, por achar mais prático efetuar as operações envolvendo datas. Aí vai o código em php:</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>&lt;?</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>function datatimestamp ($data) {  // transforma as datas formato dd/mm/yyyy em data formato timestamp</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>$dataexplode = explode(&#8221;/&#8221;, $data);<br />
$dataok = mktime(0, 0, 0, $dataexplode[1], $dataexplode[0], $dataexplode[2]);<br />
return $dataok;</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>}</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>$teste = &#8220;12/08/2009&#8243;;</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>echo $teste;<br />
$testeok = datatimestamp($teste);<br />
echo $testeok;<br />
echo date (&#8221;d/m/Y&#8221;, $testeok);</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>?&gt;</strong></span></p>
<p>Dá pra, inclusive, resumir bastante o código PHP acima. Mas tá aí, já ajuda bastante. <img src='http://www.msilva.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Abraço a todos!</p>
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		<title>Estamos de volta! :)</title>
		<link>http://www.msilva.com.br/2009/02/27/estamos-de-volta/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 01:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Tivemos um pequeno problema em nossos websites ao migrarmos de servidor: alguns arquivos &#8211; pra ser mais preciso, todos os bancos de dados &#8211; foram perdidos por falha humana. conseguimos recuperar algumas coisas, mas nem tudo. O que importa é que estamos de volta!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tivemos um pequeno problema em nossos websites ao migrarmos de servidor: alguns arquivos &#8211; pra ser mais preciso, todos os bancos de dados &#8211; foram perdidos por falha humana. conseguimos recuperar algumas coisas, mas nem tudo. O que importa é que estamos de volta!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dissonância Cognitiva no Processo Decisório de compra: O que é isso?</title>
		<link>http://www.msilva.com.br/2009/02/27/dissonancia-cognitiva-no-processo-decisorio-de-compra-o-que-e-isso/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 01:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing & Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[dissonancia cognitiva]]></category>
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		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tentarei explicar neste post Dissonância Cognitiva focando sua importância para o Marketing. Nada melhor que uma “historinha” para nos ajudar a entender melhor o que é Dissonância cognitiva. Em seguida, darei algumas sugestões de como contornar e aproveitar da Dissonância no processo decisório de compra.
Depois de um ano juntando seu salário para dar uma boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tentarei explicar neste post Dissonância Cognitiva focando sua importância para o Marketing. Nada melhor que uma “historinha” para nos ajudar a entender melhor o que é Dissonância cognitiva. Em seguida, darei algumas sugestões de como contornar e aproveitar da Dissonância no processo decisório de compra.<span id="more-6"></span></p>
<p>Depois de um ano juntando seu salário para dar uma boa entrada em um carro zero, chegou a hora. Determinado a fazer um bom negócio, Marcelo visita várias concessionárias, solicita orçamento dos mais variados modelos, configurações e formas de pagamento, pondera, pondera e pondera: “esse modelo está mais barato, mas é novo no mercado. E se não tiver aceitação, como vou vender ele depois? Já este aqui tá um pouco mais caro, mas é muito fácil vender em uma urgência, sem contar que a manutenção é barata, mas nõa gosto do design. Acho que vou me arrepender… não seria melhor um semi-novo? é mais barato, mas e se vier com algum problema?”. Depois de muito ponderar, Marcelo toma coragem e compra seu primeiro carro! Enquanto aguarda o atendimento trazer toda documentação, Marcelo vê um chaveiro em uma vitrine da concessionária e decide compra-lo também, para colocar a chave de seu carro novo. Fim.</p>
<p>Ok. Certo. Tá bom. Onde entra a Dissonância Cognitiva nisso tudo? É o que vou explicar agora.<br />
Na história que contamos existe a compra de dois produtos: um <strong>CARRO </strong>e um <strong>CHAVEIRO</strong>. Parem e pensem: existe alguma diferença no processo de compra do carro e do chaveiro? Sim, claro! Ou você compra um carro com a mesma tranquilidade que compra um chaveiro? Não, claro que não.</p>
<p>A diferença entre os dois é que ao comprar o carro, a preocupação do cliente é maior com o que pode acontecer depois: vai conseguir pagar? e se nao gostar do carro? e se… e se… e se… Vários “e ses”. O cliente fica mais indeciso, mais receoso, mais ponderante em fechar o processo de compra. Já no caso do chaveiro, não. Se ele não gostar do chaveiro ele simplesmente troca de chaveiro, compra outro, sem nenhum impacto relevante em sua vida.<br />
Dissonância Cognitiva é justamente esses “ses”. A Psicologia define Dissonância Cognitiva como sendo, basicamente tensão inconfortável gerada por 2 pensamentos conflitantes. Aplicando ao nosso caso, seria o desejo de comprar o carro e o receio de insatisfação, etc. Podemos dizer então que a Dissonância Cognitiva está presente em maior intensidade em processos de compra de bens de alto valor. Não é à toa que a força de vendas para bens de alto valor (imóveis, automóveis, …) é bem maior que para bens de baixo valor, bens “de gôndola de supermercado”.<br />
Então, a Dissonância Cognitiva é algo que dificulta o cliente a fechar o processo de compra. Sim, pode inclusive evitar o fechamento. Para superar essa barreira e facilitar o processo de compra, podemos sugerir algumas coisas baseando-se no caso que relatamos.</p>
<ol>
<li><strong> Conheça seu produto como ninguém. </strong>Seu cliente terá muitas dúvidas e fará muitas perguntas. É bom estar preparado para responder todas elas. Tudo que um cliente quer em um momento como esse é se sentir seguro.</li>
<li><strong>Tenha uma equipe de vendas bem treinada. </strong>Vendedores bem treinados, simpáticos, que sabem ressaltar as qualidades do produto e conhecem a concorrência.</li>
<li><strong>Conduza a negociação de acordo com o perfil do cliente. </strong>Analise o perfil de seu cliente: ele é conservador? gosta de correr riscos? Apegado à família? Se ele tiver um perfil conservador, não adianta tentar pressiona-lo a fechar a compra alegando “promoção por tempo limitado”, pois a tendência é que ele não realize a compra. Como também, utilizar argumentos que sugiram benefícios à família é uma boa para o segundo perfil citado.</li>
<li><strong>Encoraje seu cliente! Mas nao engane-o.</strong> Como sabemos, seu cliente precisa de um “empurrãozinho” para fechar a compra. Ele está indeciso e precisa “criar coragem” para fechar o negócio. No entanto, NUNCA minta para o cliente com o intuito de fechar a compra. Se ele tomar uma decisão baseado em mentiras, certamente ficará insatisfeito e nesse caso quem paga é o vendedor, o produto, a marca, todos!</li>
<li><strong>Faça Telemarketing, acompanhe o seu cliente. </strong>Dificilmente seu cliente fechará a compra em sua primeira visita. Conheça seu cliente, pegue seus contatos, ligue pessoalmente para ele, converse com ele. Assim você saberá em que concorrentes ele tem andado e poderá formular uma proposta mais atraente para ele, sempre com cuidado para não se tornar “o vendedor chato”.</li>
<li><strong>Faça Pós-venda. </strong>Ótimo! você fechou a venda! Mas não acabou ainda. Seu cliente ainda pode estar “sofrendo” de Dissonância Cognitiva. Um Pós-venda agora ajudará bastante: ligue pra o cliente, pergunte se ele está satisfeito, se tem alguma dúvida, oriente-o sobre o uso do produto, esteja sempre à disposição. O cliente se sentirá bem ao saber que a sua satisfação é mais importante que a venda em si.</li>
<li><strong>Agregue valor ao produto através de serviços e enfatize-os para o cliente. </strong>Agregar valor ao produto ajuda o clietne a sentir-se mais seguro. Por exemplo, se eu tenho receio de comprar um carro e ter dificuldade em achar assistencia técnica especializada, ficarei tranquilo ao saber que o meu carro possui mais de 600 postos de assistência técnica especializada em todo o Brasil e que terei garantia total do veículo nos 3 primeiros anos e do motor no 1 ano. Identifique durante o processo decisório o melhor momento para enfatizar os serviços agregados: não se limite apenas a ditar a tudo no início do processo de compra.</li>
</ol>
<p>Bom, é isso. Ficou um pouco longo, mas espero que tenha ficado claro! Um abraço e até a próxima!</p>
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		<title>Internet: investir ou não investir em marca! Vale a pena?</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 01:17:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estive pensando… Hoje, com o foco que nós da área de desenvolvimento web damos a SEO, padrões W3C, indexação e pagerank, muitos desenvolvedores vêm negligenciado marca ao desenvolverem um website, focando mais na formatação do mesmo já que “se meu site estiver bem indexado, ele vai ser visitado não importando a marca que o site [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estive pensando… Hoje, com o foco que nós da área de desenvolvimento web damos a SEO, padrões W3C, indexação e pagerank, muitos desenvolvedores vêm negligenciado marca ao desenvolverem um website, focando mais na formatação do mesmo já que “se meu site estiver bem indexado, ele vai ser visitado não importando a marca que o site carregue. O que importa é o conteúdo!”. Tá ceeeeeerto… mas até onde isso é verdade?<span id="more-3"></span></p>
<p>É nessas horas que se comete um erro fatal: achar que a internet vai ser assim até Jesus voltar. Nãããão, calma aí. Pra quem não sabe, antes do Google, quem mandava no mercado virtual de sites de busca era Altavista &amp; Yahoo, com um modelo de negócio totalmente avesso ao do Google: quem pagasse mais aparecia no topo das buscas, independendemente da relevância do mesmo aos termos buscados pelo usuário. Ao analisarem o projeto do google para compra, disseram: “ótima idéia, mas não é lucrativa”. E não compraram. Pois bem… eles entraram no mercado, mudaram o cenário e puff… o resto vocês já sabem.</p>
<p>Certo, sem fugas ao tema agora. Hoje, vejo uma série de sites que focam unicamente a indexação, negligenciando um layout agradável visualmente para o usuário. E sim, esses sites se posicionam bem nas buscas, ganham muitos acessos e até uma graninha legal sem ter que “reinventar a roda” (não se iluda, você não vai comprar uma Ferrari assim).<br />
No entanto, acho que isso acontece por dois motivos: primeiro, na internet o usuário não é “exclusivo” de um portal como um telespectador é de um canal de tv. É normal você ver a notícia que lhe interessa na versão do UOL, Terra, G1 e Ibest, por exemplo. Segundo, ainda existe muito, muuuuuito espaço a ser explorado na internet: tem espaço pra todo mundo e ainda sobra. Quem lembra da REvolução Industrial? Demanda maior que a oferta, o que era produzido era consumido sem indagações. Acho que a comparação vale.</p>
<p>Acontece que, assim como aconteceu no “mercado real”, uma hora esse cenário vai mudar. Cada segmento, aos poucos, vai se “saturando” e, embora ainda não exista uma exclusividade, o usuário passa a dar maior importância à marca que o site tem na hora de optar por A ou B. Isso já é visível quando falamos de Comércio Eletrônico e Portais Nacionais de notícia.</p>
<p>Portanto aconselho: contrate um bom designer, trabalhe a marca de seu website, invista na identidade visual do mesmo, assim você estará construindo uma marca forte, estará à frente de sua concorrência. Quando a coisa começar a apertar, você já estará passos à frente..! Mas cuidado! Você não vai construir uma marca investindo simplesmente em um layout e uma marca “top”: seu site tem que transparecer confiabilidade e estabilidade para o visitante, senão não adianta!</p>
<p>Acho que é isso… pronto, falei!</p>
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		<title>Olá, mundo!</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 00:26:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bem-vindo ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e aí comece a brincadeira!
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem-vindo ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e aí comece a brincadeira!</p>
]]></content:encoded>
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